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Responsabilidade Socioambiental

As empresas já perceberam que o contexto socioeconômico alterou-se nos últimos anos e que a continuidade e o sucesso do negócio não dependem apenas da viabilidade financeira. Essa percepção surge a partir da ampliação da influência dos stakeholders na atuação das empresas, que se tornaram fundamentais para viabilizar esforços no sentido de conquistar e manter novos mercados de consumo. O interesse dos stakeholders e das empresas são mutuamente dependentes, por isso, o valor criado pelas empresas deve ser reconhecido e compartilhado com as partes interessadas.

Existe valor compartilhado quando o progresso da empresa anda lado a lado com o desenvolvimento econômico e social. Assim, amplia-se a responsabilidade pelo desenvolvimento econômico e social para além das empresas e governos, incluindo também diversos atores fundamentais para a perenidade dos negócios, como, por exemplo, órgãos reguladores, líderes comunitários, ONGs e a própria comunidade.

A Light enfrenta o desafio de distribuir energia elétrica em áreas de baixo poder aquisitivo, combatendo as perdas não técnicas (furtos de energia) e a inadimplência. O contexto é bastante desafiador para a empresa, pois exige o atendimento a essas áreas de modo seguro e rentável, respeitando, ao mesmo tempo, a capacidade de pagamento da população e o desenvolvimento econômico local.


Desempenho econômico e social devem andar juntos para que ambos sejam sustentáveis no longo prazo. Negócios que não são rentáveis podem causar problemas à sociedade – mobilidade urbana, poluição, impactos na saúde, etc. –, assim como uma sociedade que não se desenvolve limita o crescimento das empresas. As soluções adotadas para problemas sociais têm maior poder transformador quando impactam também o resultado das empresas. Para que isso se torne uma realidade, a gestão sobre o modelo de negócio deve apontar para além de suas fronteiras convencionais, incorporando outros aspectos além dos financeiros.

O valor compartilhado pela Light extrapola a geração de renda local. Empresa, governo e a comunidade restabelecem suas obrigações e direitos, dando luz à percepção de valor da energia elétrica por meio do pagamento pelo serviço prestado, contribuindo para o avanço da cidadania nessas áreas. Desse modo, surge uma nova realidade de consumo, em que há preocupação, por exemplo, com o percentual da renda destinado à conta de energia elétrica, com a aquisição de equipamentos de maior eficiência energética e com a qualidade do serviço prestado. Esse consumo mais consciente conduz, por sua vez, a um padrão de vida mais sustentável.