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Água

O parque gerador da Light Energia opera com cinco usinas: Fontes Novas, Nilo Peçanha, Pereira Passos, Ilha dos Pombos e Santa Branca. A crise hidrológica na bacia do Rio Paraíba do Sul vem sendo um desafio para companhia. Para superá-la, a Light reduziu a vazão transposta para a bacia do Rio Guandu, determinada pelo Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Operação do Rio Paraíba do Sul, do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP), que conta com a participação da Light.
 
Além de gerar energia, o Complexo de Lajes, que faz parte do parque gerador da Light, é o maior responsável pela água que o carioca consome. Por suas usinas e reservatórios passam 96% da água que é distribuída na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Neste sentido, a Light desenvolve ações que envolvem o monitoramento da qualidade da água, o reflorestamento das margens e entorno imediato – que preserva nascentes de água – e a educação ambiental da população.
 
A qualidade da água dos reservatórios da empresa é monitorada de acordo com os principais parâmetros estabelecidos pela legislação vigente e a fauna de peixes é acompanhada mensalmente.
 
A gestão sustentável dos recursos hídricos requer o uso de indicadores capazes de mensurar e reduzir riscos operacionais e impactos ambientais. Por isso, a empresa investe em pesquisas que avaliam o estoque de carbono, nitrogênio e fósforo, a fauna e a flora, além de possíveis impactos das barragens no conjunto de espécies de peixes que existem nas regiões onde as usinas hidrelétricas estão implantadas e em trechos do Rio Paraíba do sul.
 
Os projetos investigam e descrevem a dinâmica da qualidade ambiental dos reservatórios por meio de índices de qualidade e variáveis ambientais bióticas e abióticas, bem como pela caracterização das relações comportamentais entre esses indicadores.